57% dos eleitores se dizem mais decididos a votar neste ano do que estavam em 2022

Instituto avaliou relação do eleitor na eleição de 2026 em comparação com a disputa presidencial anterior. Eleitores de Flávio Bolsonaro e Lula se dizem mais decididos, enquanto de Zema e Caiado, menos.

BATANEWS/G1


Datafolha: comparação da eleição de 2026 com a de 2022 para os eleitores — Foto: Arte/g1

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (5) aponta que 57% dos eleitores se dizem mais decididos a votar nesta eleição do que em 2022.

Contratado pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.002 pessoas nos dias 1 e 2 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos.

Eleitores de Flávio Bolsonaro (68%) e de Lula (61%) são os mais decididos. Apoiadores de Zema (22%) e Ronaldo Caiado (17%) declaram menos decisão.

No eleitorado sem alinhamento ao petismo ou bolsonarismo, 40% dizem estar mais decididos. Além disso, eles afirmam estar mais informados sobre propostas.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (5) mostra que 57% dos eleitores se dizem mais decididos a votar na eleição presidencial deste ano do que na disputa em 2022. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Contratada pela TV Globo, a pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 1º e 2 de setembro. O nível de confiança é de 95% e o número de registro do levantamento no TSE é BR-03669/2026.

Veja os números:

Mais decidido a votar: 57%;Igual a 2022: 32%;Menos decidido a votar: 11%;Não sabe: 1%.

Os eleitores de Flávio Bolsonaro, com 68%, e de Lula, com 61%, são os que demonstram mais decisão em votar entre os entrevistados que declararam voto entre os presidenciáveis mais bem colocados na pesquisa.

Já os de Zema (22%) e Ronaldo Caiado (17%) são os que estão menos decididos do que há quatro anos.

Datafolha, 2º turno: veja os grupos em que a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro está mais apertada

Na parcela do eleitorado que não está alinhada nem ao petismo nem ao bolsonarismo, 40% dizem estar mais decididos a votar do que em 2022. O patamar é o mesmo dos que dizem estar igualmente decididos (41%), enquanto 18% se dizem menos decididos.

Levantamento do Datafolha divulgado na quinta-feira (3) mostra como está a disputa pela Presidência da República: Lula (PL) aparece com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 33%; Augusto Cury (Avante), com 8%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Romeu Zema (NOVO), com 2%.

Em um eventual 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente soma 46% das intenções de voto, enquanto o senador, 44%. Os dois estão tecnicamente empatados. Na segunda quinzena de agosto, a distância entre eles era de quatro pontos: 47% a 43%.

Preocupação com a eleição

O levantamento divulgado neste sábado (5) questionou o quanto os eleitores estão preocupados com o resultado das eleições em comparação a 2022. Veja os números:

Mais preocupado: 46%;Preocupado igual: 28%;Menos preocupado: 24%;Não sabem: 2%.

Propostas dos candidatos

Os eleitores responderam que estão mais informados sobre as propostas dos candidatos neste ano do que na disputa de 2022. Veja os números:

Mais informado: 41%;Informado igual: 36%;Menos informado: 21%;Não sabem: 2%.

Notícias dos candidatos

A maior parte dos eleitores se mostrou mais antenada às notícias dos presidenciáveis do que na eleição anterior. Veja os números:

Está acompanhando mais notícias: 42%;Está acompanhando menos notícias: 28%;Está acompanhando notícias igual: 28%;Não sabe: 1%.

Campanha para candidatos

O Datafolha mostra que a maioria dos entrevistados está igualmente engajada a fazer campanha para algum candidato a presidente neste ano do que em 2022. Veja os números:

Mais engajado: 18%;Menos engajado: 32%;Igualmente engajado: 45%;Não sabem: 5%.

Redes sociais

Questionados se viram conteúdos sobre as eleições deste ano nas redes sociais, a maior parte dos eleitores (57%) respondeu positivamente, enquanto 43%, negativamente.

Os canais com maiores índices de conteúdo visualizado pelos eleitores foram perfis de veículos jornalísticos (75%), perfis de jornalistas (71%) e perfis dos próprios candidatos (69%). Já os grupos de WhatsApp ou Telegram (47%) e perfis de influenciadores (61%) tiveram os índices menores.