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Vale vaga na final: Zé Roberto vê duelo difícil contra Japão: 'Saque tem que ajudar'
Treinador da seleção brasileira destaca velocidade das japonesas em quadra e prevê duelo de "igual para igual" neste sábado, pela Liga das Nações, em Bangkok, na Tailândia
BATANEWS/REDAçãO GE
O Brasil enfrentará o Japão na semifinal da Liga das Nações, em Bangkok, na Tailândia, neste sábado (22), às 10h30 (de Brasília). E o técnico José Roberto Guimarães está atento a um fundamento específico de sua seleção: o saque.
Em entrevista concedida ao ge após a vitória da seleção brasileira contra a Tailândia, por 3 a 0 (25/21, 25/20, 25/23), que carimbou a vaga da equipe na semifinal, José Roberto Guimarães frisou que, diante das japonesas, o saque precisa ajudar mais.
- Será a mesma tônica: dificuldade. A gente sabe que vai atacar várias bolas que vão voltar, então a gente tem que ter paciência. A Sarina Koga está fazendo um campeonato sensacional, a nova levantadora também... Será aquela coisa: jogo muito equilibrado, a bola vai voltar, bate e rebate... O saque tem que ajudar um pouco mais do que ajudou contra a Tailândia.
- O Japão não é uma equipe que tem tantas combinações de ataque como a Tailândia, mas imprime muita velocidade, principalmente nas extremidades. A Koga tem uma bola no fundo com muita precisão, onde ela procura os buracos e tem conseguido boas performances. É jogo de igual para igual, como tem sido. É preparar, ter foco, porque vai ser uma grande semifinal. Não tem como dizer que vocês (torcedores) não vão sofrer, mas nós vamos sofrer aqui também.
Capitã da seleção brasileira - e jogadora mais celebrada em solo tailandês -, Gabi Guimarães acredita que será importante trabalhar o psicológico e prevê um confronto longo e acirrado.
- Nesta semifinal, a gente enfrenta um velho conhecido, que é o time do Japão. A gente sabe que vai ser um jogo de cinco sets, muito difícil, muito longo, que a gente precisa trabalhar o mental. Hoje (Quinta-feira) foi um jogo mental e contra o Japão vai ser mais ainda.
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Rosamaria também endossa as palavras da parceira de seleção brasileira. A catarinense aposta que, devido ao retrospecto recente, haverá mais um embate parelho.
- Então, são dois estilos de jogos muito parecidos, com muitas mexidas. Uma equipe mais baixa, mas que joga muito rápido, com muitas mexidas. A gente já enfrentou o Japão recentemente, foram duras batalhas. Com certeza essa vai ser mais uma batalha muito difícil. Espero que a gente consiga imprimir nosso ritmo de jogo, mas é muito importante a gente estar consciente e com muita atenção do início ao fim.
O Brasil, que está invicto na Liga das Nações com 13 vitórias em 13 jogos, busca o título inédito da competição. Se derrotar o Japão nesta chave da semifinal, a seleção brasileira enfrentará os vencedores dos confrontos entre Itália x Estados Unidos e Polônia x Turquia.






