Com uma população estima em 11.349 pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE 2020), Batayporã soma hoje com 0,82% da população ativa para Convid-19, ou seja, contaminados. Segundo o Boletim Epidemiológico do município, divulgado ontem (09/06), o município está com 93 casos ativos.
Batayporã é considerado um município de pequeno porte, com maioria da população de baixo poder aquisitivo, que lutam diariamente pela sobrevivência nos poucos empregos gerados na cidade e no campo. A população vem atravessando dias difíceis desde o início da pandemia.
Muitos comerciantes temem por não terem como continuarem com as portas abertas, caso venha a acontecer um Lockdown, em português significa fechamento, confinamento, como esta circulando nas rodas de conversas, após a publicação da nova classificação do Prosseguir - Programa de Saúde e Segurança da Economia, que classificou Batayporã na bandeira cinza (grau de risco extremo).
O lockdown é adotado em situações mais severas. Por lei ou decisão judicial, decreta-se a paralisação de muitas atividades e do deslocamento da população. Ficar em casa deixa de ser uma recomendação e passa a ser obrigação. Representa o nível mais alto de alerta sanitário.
Além de Batayporã, a bandeira cinza é válida também para Água Clara, Alcinópolis, Amambai, Anastácio, Antônio João, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Camapuã, Campo Grande, Chapadão do Sul, Coronel Sapucaia, Corumbá, Costa Rica, Deodápolis, Dourados, Fátima do Sul, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jardim, Juti, Maracaju, Miranda, Naviraí, Nova Alvorada, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã, Porto Murtinho, Rio Brilhante, São Gabriel do Oeste, Selvíria, Sete Quedas, Sidrolândia, Terenos e Três Lagoas.
Agora é hora de tomar decisões assertivas, considerando que todos precisam trabalhar para levar o sustento para suas famílias, e em caso de um fechamento total, seria o caos. Estamos sempre alertando as pessoas para que se cuidem, evitem aglomerações, para não chegarmos ao ponto de realmente ter que acontecer o temível e assombroso Lockdown.






