Em MS, 193 mil pessoas de 2 anos ou mais apresentam alguma deficiência

Esse número representa 7,3% da população de dois anos ou mais de idade

BATANEWS/REDAçãO


Imagem Ilustrativa - Crédito: Arquivo/TopMídiaNews

O número de pessoas com 2 anos ou mais de idade com alguém tipo deficiência em Mato Grosso do Sul era de 193 mil, em 2019, conforme a PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na última semana. 

Esse número representava 7,3% da população de dois anos ou mais de idade no estado, ficando abaixo da média nacional, sendo a 6ª menor proporção entre as UF’s.

Ainda segundo os dados, destas pessoas, 70 mil eram do sexo masculino e 123 mil eram do sexo feminino. 

Dentre as crianças de 2 a 9 anos de idade, o percentual era de 1,3%, cerca de 5 mil crianças.

Já pessoas com 60 anos ou mais de idade, representavam 23,5%, ou seja, 97 mil pessoas, da população relativa a essa faixa etária. 

Ao redor dos 40 anos de idade, há um aumento significativo no percentual de pessoas com deficiência, indicando os primeiros indícios do processo de envelhecimento e consequentemente uma perda em suas funções visuais, auditivas, motoras e intelectuais. 

Entre as pessoas que se declararam da cor preta, 9,6% eram pessoas com deficiência. Esse percentual foi superior aos declarados nas cores parda e branca com percentuais, respectivamente, 7,6% e 6,6%.

Dentre os possíveis aparelhos de auxílio, o mais utilizado foram os óculos ou outro aparelho para atender aos problemas na visão, ou, por exemplo, lentes de contato, lupas ou lentes especiais, bengala articulada ou cão guia. 

O percentual foi de 38,7% da população de MS, 1,02 milhão de pessoas, ainda assim, um percentual abaixo da média nacional, que fica em 40,4%. 

A maior prevalência de deficiência se deu nas idades mais avançadas atingindo a 76,3% para aqueles com 60 anos ou mais de idade. Toda e qualquer pessoa que tenha alguma limitação nas suas funções auditivas, visuais, motoras ou mentais foi investigada, mesmo não sendo considerada pessoa com deficiência.  

Por/Thiago de Souza